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A Prefeitura de Presidente Médici, através da vigilância sanitária, realizou no último sábado (12) a vacinação de cães e gatos da área urbana do município. A campanha teve início no dia 5 de outubro na zona rural do município. 

Segundo a diretora da vigilância sanitária Sandra Massucato, o município precisa bater a meta de vacinação até sexta-feira (18). “Foram distribuídos 9 pontos de distribuição em toda a cidade para dar conta da quantidade de cães e gatos que seriam vacinados. Porém, por conta da chuva que aconteceu no sábado, não tivemos uma resposta boa. A partir disso, decidimos prorrogar a campanha até a próxima sexta para dar tempo de todos os animais serem vacinados.”

Segundo o levantamento parcial da vigiância, 9.460 animais foram vacinados no municipio. No último sabado, mesmo com a chuva, 1925 cães e 517 gatos foram receberam a vacina contra raiva. Para quem ainda não conseguiu, a vacina estará sendo aplicada no prédio da vigilância sanitária, localizado na Av. Ji-Paraná 1610 – Centro, das 7h às 13h. 

A Raiva

A vacina contra raiva canina é uma das que formam a lista de imunizações obrigatórias no cachorro por ser a única forma de proteção do animal. Mas, mesmo assim, ela é a única que tem a obrigatoriedade pautada na lei. Em todo território nacional, campanhas de vacinação contra raiva são organizadas anualmente para que os cachorros sejam imunizados. 

Isso acontece, justamente, porque a vacinação contra raiva é uma questão de saúde pública: o cachorro com raiva é o principal vetor de transmissão da doença para humanos por causa da proximidade que nós temos com esses animais. Ou seja, um animal vacinado não fica doente e, consequentemente, não passa a doença para mais ninguém — seja animais ou pessoas. Vale lembrar que a vacinação contra raiva também existe para humanos: se prevenir de todas as formas possíveis é sempre a melhor opção.

A raiva canina é causada por um vírus agressivo, que tem como principal objetivo atingir o sistema nervoso central do animal. já que a cura para animais ainda não existe e o tratamento indicado depois do diagnóstico, geralmente, é a eutanásia.