Carreta da Saúde realiza 113 exames gratuitos para Hanseníase em Presidente Médici e detecta 10 casos

O atendimento médico para a população, incluindo prevenção, diagnóstico e indicação de tratamento, foi realizado no Bairro Lino Alves Teixeira, no Centro Cultural.

A Carreta Novartis da Saúde esteve em Presidente Médici, na última sexta-feira, 3, oferecendo atendimento gratuito e exames para hanseníase, além de esclarecer dúvidas da população sobre a doença infecciosa crônica e curável que causa, sobretudo, lesões de pele e danos aos nervos. No total, foram realizados 113 atendimentos. Destes, foram detectados quatro casos novos em adultos,  dois casos novos em menores de 15 anos,  uma criança menor de 3 anos encaminhada pois não deixou fazer o exame(grande possibilidade de ser) dois casos recidivos e um caso de abandono vindo de Ariquemes. A criança que não pôde ser examinada foi encaminhada para nossa referência em Ji Paraná e todos os casos confirmados já tomaram a primeira dose,  saíram com a medicação para o mês e continuarão o tratamento entre seis meses a um ano sendo acompanhados pelas equipes da Atenção Básica.

Rondônia é o sexto estado com mais casos de hanseníase¹, que atinge cerca de 30 mil pessoas no país em um ano. A doença tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente no SUS.

O atendimento médico para a população, incluindo prevenção, diagnóstico e indicação de tratamento, será realizado no Bairro Lino Alves Teixeira, no Centro Cultural.

O Brasil está em segundo lugar no ranking de países com novos casos de hanseníase, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença, que deveria estar erradicada, tem cerca de 30 mil novos casos em um ano no país. De acordo com o Ministério da Saúde, Rondônia é o sexto estado do país com mais casos de hanseníase¹.

Desde 2009, a Novartis possui a Carreta da Saúde, um caminhão itinerante, com cinco consultórios e um laboratório, que percorre todo o Brasil no combate à hanseníase. Atua em parceria com o Ministério da Saúde, com apoio do CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e do CONASEMS (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), buscando a erradicação da doença até 2020. Os tratamentos medicamentosos para a hanseníase também são doados pela Novartis à Organização Mundial da Saúde (OMS).